Kabbalah · Os três véus

אין

Ain

Nada

Diante da Origem, a linguagem aprende a reconhecer o seu limite.

Indizível · Silêncio · Abertura

Tradução
Nada
Lugar no desenho
Acima de Kether
Leitura
Véu do Infinito

O essencial

Na leitura hermética dos três véus, Ain é traduzido por Nada. Esta palavra procura apontar para o que não pode ser delimitado como uma coisa ou descrito por atributos. A contemplação começa onde as definições deixam de bastar.

Leitura interior

Ain convida a suspender por instantes a necessidade de explicar tudo. O silêncio pode tornar-nos mais atentos ao mistério e mais cuidadosos com as certezas que formulamos.

Relação com a Árvore

Ain, Ain Soph e Ain Soph Aur são três modos de aproximar simbolicamente o que precede a manifestação. Não são sephirot nem lugares físicos. Neste esquema, surgem acima de Kether.

A reter

O Nada é usado aqui em sentido contemplativo e metafísico. A palavra procura libertar a compreensão de imagens demasiado limitadas do Absoluto.

Proposta de contemplação da F∴L∴P∴

Levar à vida

Durante um minuto, observa a tendência para nomear o que surge. Deixa cada nome passar e regressa suavemente à escuta do momento.

O que posso escutar quando não preciso de concluir imediatamente?